O filme Doze Homens e Uma Sentença ou Twelve Angry Men, em língua inglesa, marcou a estréia na direção do então jovem cineasta Sidney Lumet, em 1957. O filme acompanha um júri composto de doze homens que devem julgar um jovem porto-riquenho acusado de ter assassinado seu próprio pai. Para o veredicto final, a votação tem que ser unânime e, se for considerado culpado, a lei determina para estes casos que o réu seja condenado à morte. Um clássico! Você pode assistir o filme inteiro neste link. Boa diversão! Doze Homens e uma Sentença
sexta-feira, dezembro 9
Doze Homens e Uma Sentença
O filme Doze Homens e Uma Sentença ou Twelve Angry Men, em língua inglesa, marcou a estréia na direção do então jovem cineasta Sidney Lumet, em 1957. O filme acompanha um júri composto de doze homens que devem julgar um jovem porto-riquenho acusado de ter assassinado seu próprio pai. Para o veredicto final, a votação tem que ser unânime e, se for considerado culpado, a lei determina para estes casos que o réu seja condenado à morte. Um clássico! Você pode assistir o filme inteiro neste link. Boa diversão! Doze Homens e uma Sentença
La piel que habito

The Skin I Live In (em inglês) - La piel que habito é um filme espanhol de 2011, dirigido por Pedro Almodóvar e estrelado por Antônio Banderas. É um longa baseado no livro Mygale de Thierry Jonquet.
Thierry Jonquet (January 19, 1954 – August 9, 2009) foi um escritor francês especialista em histórias policiais com temas políticos.
quarta-feira, abril 20
Canção de outono

Fotografia de Chris Martin
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o própro coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando àqueles
que não se levantarão...
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
E vou por este caminho,
certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
menos que as folhas do chão...
Cecília Meireles, Dispersos. 1918-1964. Poesia Completa, vol.II. 2001.
domingo, abril 10
quinta-feira, abril 7

Fotografia de Val Mitov "Sitta europaea"
Como num exílio,
como nas guerras,
meu amigo é morto,
sem nenhum conforto,
em longes terras.
Para consolá-lo,
mandei-lhe versos.
Porém, nada acalma
cuidados da alma
no amor dispersos.
Palavras, palavras,
sobre uma vida.
Ai, ninguém socorre!
Meu amigo morre
sem despedida.
Andamos tão longe!
tão separados!
Morto é o meu amigo,
entre um mar antigo
e céus toldados.
Mas tudo é tão belo,
embora triste,
que já não me importa
sua vida morta,
se em mim subsiste.
Canções. Rio de Janeiro, Livros de Portugal, 1956. 112p.

Fotografia de Val Mitov "Memoirs of an Invisible Man"
Já não tenho lágrimas:
estão caídas
longe, em vagas margens,
qual mornas ovelhas
recém-nascidas.
Longe estão caídas,
entre esses montes
de saudades vivas,
de figuras frias,
ai, de que horizontes!
Suspiros montes!
Porém, agora,
talvez não me encontrem.
Pois a alma se esconde,
porque já nem chora.
Canções. Rio de Janeiro, Livros de Portugal, 1956.
segunda-feira, janeiro 17

O cão Caramelo ajudou a resgatar os corpos de seus donos, soterrados durante a chuva da semana passada, e não arredou pé da sepultura deles.
Ele vivia com sua dona, Cristina Maria Cesário Santana, e outras três pessoas numa casa do bairro Caleme, um dos mais devastados em Teresópolis. A casa foi soterrada e a família morreu. O cão escapou, mas ficou cavando até localizá-los.
Quando as equipes de resgate chegaram ao local, foram guiadas por Caramelo até os corpos. Ele foi resgatado pela ONG Estimação. Não queria sair do lado da cova de sua dona e agora está muito carente. Pula no colo de qualquer pessoa que se aproxime.
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/861565-cao-ajuda-a-resgatar-corpos-de-seus-donos-em-teresopolis-rj.shtml
sexta-feira, janeiro 7
Perto do Coração Selvagem
... Otávio transformava-a em alguma coisa que não era ela mas ele mesmo e que Joana recebia por piedade de ambos, porque os dois eram incapazes de se libertar pelo amor, porque aguentava sucumbida o próprio medo de sofrer, sua incapacidade de conduzir-se além da fronteira da revolta. E também: como ligar-se a um homem senão permitindo que ele a aprisione? como impedir que ele desenvolva sobre seu corpo e sua alma quatro paredes? E havia um meio de ter as coisas sem que as coisas a possuíssem? p. 31
... Ela olhava o piano aberto - as músicas lá estavam contidas... p.40
Margarida a Violeta conhecia,
uma era cega, uma bem louca vivia,
a cega sabia o que a doida dizia
e terminou vendo o que ninguém mais via... p.48
... Ela olhava o piano aberto - as músicas lá estavam contidas... p.40
Margarida a Violeta conhecia,
uma era cega, uma bem louca vivia,
a cega sabia o que a doida dizia
e terminou vendo o que ninguém mais via... p.48
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